quinta-feira, 1 de outubro de 2015
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
A lenta e penosa morte das Palmeiras- Parte II
Em Junho deste ano escrevi neste blog acerca daquilo a que chamei "guerra perdida", tantas eram as palmeiras infectadas e a definharem lentamente. Para além destes dois parágrafos que de seguida transcrevo, e que se mantêm bem actuais:
"É com pena que assisto ao desaparecimento de um dos mais bonitos conjuntos de palmeiras da Região Autónoma da Madeira e que muito embelezavam a frente-mar da cidade de Santa Cruz. Quem não se recorda das decorações de Natal, com as gambiarras nos troncos das palmeiras.
Não será preferivel reconhecer que a guerra contra o escaravelho está perdida e abater (quando digo abater é totalmente e não apenas cortas as ramagens secas) as muitas que estão infectadas, tentando prolongar a vida das que ainda apresentam um aspecto saudável e dessa forma melhorar o aspecto visual da zona do jardim da Alameda, onde são visiveis as muitas palmeiras a definharem."
Se aquelas, que em Junho definhavam e morriam e outras, que ainda mantinham um bom aspecto, mas que por falta de cuidados, corriam o risco, também elas de terem o mesmo fim, eis que 6 meses depois, cortadas as mortas, outras tiveram a mesma sentença e o cenário em vésperas de Natal, naquele que era um dos mais bonitos postais de Natal de Santa Cruz, as palmeiras da Alameda com os troncos enfeitados com gambiarras, encontra-se assim...
Pelo andar das coisas, nao me surpreenderia se no Verão 2015 não houver palmeiras na Alameda de Santa Cruz...
E já agora, em jeito de alerta, salvaguardem o conjunto de palmeiras em frente ao hotel Vila Galé, que ainda se mostram frondosas, como se pode atestar pela fotografia
segunda-feira, 2 de junho de 2014
A lenta e penosa morte das Palmeiras
Ao longo dos últimos meses tenho assistido ao agravamento do problema existente nas palmeiras localizadas em torno do Café Alameda e do parque infantil na Cidade de Santa Cruz.
Quando o problema do escaravelho começou em Santa Cruz, ele já estava espalhado pela região, iniciou-se tratamentos de vária ordem procurando salvar as palmeiras, mas esta guerra contra este escavelho está a revelar-se uma guerra perdida. A facilidade com que o mesmo se reproduz, uma fêmea pode pôr entre 300 a 400 ovos, as larvas permanecem dentro das palmeiras, alimentando-se dela, enquanto os adultos se reproduzem, colonizando outras palmeiras, podendo viajar entre 5 a 10 km, está a tornar quase impossivel o combate.
Está a ser muito dificil encontrar uma fórmula que permita salvar as palmeiras deste ataque fatal dos escaravelhos, mas por aquilo que vejo, em Santa Cruz dá-se esta guerra por perdida, tantas são as palmeiras infectadas.
É com pena que assisto ao desaparecimento de um dos mais bonitos conjuntos de palmeiras da Região Autónoma da Madeira e que muito embelezavam a frente-mar da cidade de Santa Cruz. Quem não se recorda das decorações de Natal, com as gambiarras nos troncos das palmeiras.
Não será preferivel reconhecer que a guerra contra o escaravelho está perdida e abater (quando digo abater é totalmente e não apenas cortas as ramagens secas) as muitas que estão infectadas, tentando prolongar a vida das que ainda apresentam um aspecto saudável e dessa forma melhorar o aspecto visual da zona do jardim da Alameda, onde são visiveis as muitas palmeiras a definharem?
Deixo aqui o link para um trabalho interessante sobre esta questão do escaravelho que destrói as nossas palmeiras, produzido pela Comissão europeia
http://ec.europa.eu/food/plant/organisms/emergency/docs/111024_red_palm_weevil_pt.pdf
Quando o problema do escaravelho começou em Santa Cruz, ele já estava espalhado pela região, iniciou-se tratamentos de vária ordem procurando salvar as palmeiras, mas esta guerra contra este escavelho está a revelar-se uma guerra perdida. A facilidade com que o mesmo se reproduz, uma fêmea pode pôr entre 300 a 400 ovos, as larvas permanecem dentro das palmeiras, alimentando-se dela, enquanto os adultos se reproduzem, colonizando outras palmeiras, podendo viajar entre 5 a 10 km, está a tornar quase impossivel o combate.
Está a ser muito dificil encontrar uma fórmula que permita salvar as palmeiras deste ataque fatal dos escaravelhos, mas por aquilo que vejo, em Santa Cruz dá-se esta guerra por perdida, tantas são as palmeiras infectadas.
É com pena que assisto ao desaparecimento de um dos mais bonitos conjuntos de palmeiras da Região Autónoma da Madeira e que muito embelezavam a frente-mar da cidade de Santa Cruz. Quem não se recorda das decorações de Natal, com as gambiarras nos troncos das palmeiras.
Não será preferivel reconhecer que a guerra contra o escaravelho está perdida e abater (quando digo abater é totalmente e não apenas cortas as ramagens secas) as muitas que estão infectadas, tentando prolongar a vida das que ainda apresentam um aspecto saudável e dessa forma melhorar o aspecto visual da zona do jardim da Alameda, onde são visiveis as muitas palmeiras a definharem?
Deixo aqui o link para um trabalho interessante sobre esta questão do escaravelho que destrói as nossas palmeiras, produzido pela Comissão europeia
http://ec.europa.eu/food/plant/organisms/emergency/docs/111024_red_palm_weevil_pt.pdf
quarta-feira, 26 de março de 2014
Óscar Nunes (Neco)
Hoje, dia 26 de Março de 2014, despedimo-nos de um Amigo, de um Lutador, de um Guerreiro, com um Sentido "Até sempre!" e certos que descansarás em Paz, Óscar.
O Blogue 9100-Santa Cruz, nesta hora triste e dificil, associa-se ao acto e expressa as mais sentidas condolências à familia do Óscar Nunes (Neco).
O Blogue 9100-Santa Cruz, nesta hora triste e dificil, associa-se ao acto e expressa as mais sentidas condolências à familia do Óscar Nunes (Neco).
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Irmã Maria de São Francisco Wilson
Domingo, dia 2 de Fevereiro, Santa Cruz, ficará enriquecido com a inauguração, no jardim municipal, já agora os meus parabéns a todos os que estiveram envolvidos na escolha, feliz, do local, ou seja, entre a Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz e a Igreja Matriz de Santa Cruz, do grupo escultórico "Boa Mãe", em homenagem à fundadora da Congregação da Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias, Irmã Maria de São Francisco Wilson.
A Irmã desembarcou na Madeira em 26 de Maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa. Em 15 de Janeiro de 1884, curiosa data, juntamente com a sua primeira colaboradora, Amélia Amaro de Sá, fundou a Congregação da Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias,tomando o nome de Irmã Maria de São Francisco Wilson.
A Congregação floresceu no hospital da Santa Casa da Misericordia de Santa Cruz, hospital este que foi pela Irmã restaurado e assitido, para além de se ter fundado a farmácia do hospital.
A partir deste expandiu-se para diversos pontos da Madeira, tendo aberto escolas, promovendo a alfabetização e a cultura para além de ter evangilizado e socorrido os pobres.
Ao longo da sua vida na Madeira, a Irmã Wilson passou por moments menos positivos, tendo inclusivamente sido expulsa da Madeira e de Portugal. Demonstrativo da sua perseverança conseguiu voltar à Madeira e reerguer a congregação por si criada. Faleceu em 1916, ano em que lançava as bases para um pré- seminário.
Mulher lutadora e prestativa, que com caridade a todos servia, sem olhar a quem, mereceu, justamente o apelido de "Boa Mãe".
Santa Cruz engrandece a sua vida e obra com este "grupo escultórico", localizado numa zona onde sempre desempenhou as sua tarefas e junto à residência, onde ainda hoje vivem algumas das irmãs da Congregação.
Meus amigos, não se homenageia um pescador, colocando a sua escultura na serra e escondida no meio das árvores. Aquando de uma homenagem a localização, seja de um grupo escultórico, seja de uma estátua, seja de um busto, deve ficar sempre num local visivel, de fácil acesso e junto ao local, se possivel, onde esse homenageado levou a cabo a sua missão de vida.
Por forma a atestar a feliz escolha do local e a beleza do "grupo escultórico" em questão, deixo uma série de fotografias tiradas, ontem, quinta-feira e hoje, sexta-feira, dias 30 e 31 de Janeiro. A Irmã Maria de São Francisco Wilson merece a homenagem e o destaque e Santa Cruz fica mais rico no seu património.
A Irmã desembarcou na Madeira em 26 de Maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa. Em 15 de Janeiro de 1884, curiosa data, juntamente com a sua primeira colaboradora, Amélia Amaro de Sá, fundou a Congregação da Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias,tomando o nome de Irmã Maria de São Francisco Wilson.
A Congregação floresceu no hospital da Santa Casa da Misericordia de Santa Cruz, hospital este que foi pela Irmã restaurado e assitido, para além de se ter fundado a farmácia do hospital.
A partir deste expandiu-se para diversos pontos da Madeira, tendo aberto escolas, promovendo a alfabetização e a cultura para além de ter evangilizado e socorrido os pobres.
Ao longo da sua vida na Madeira, a Irmã Wilson passou por moments menos positivos, tendo inclusivamente sido expulsa da Madeira e de Portugal. Demonstrativo da sua perseverança conseguiu voltar à Madeira e reerguer a congregação por si criada. Faleceu em 1916, ano em que lançava as bases para um pré- seminário.
Mulher lutadora e prestativa, que com caridade a todos servia, sem olhar a quem, mereceu, justamente o apelido de "Boa Mãe".
Santa Cruz engrandece a sua vida e obra com este "grupo escultórico", localizado numa zona onde sempre desempenhou as sua tarefas e junto à residência, onde ainda hoje vivem algumas das irmãs da Congregação.
Meus amigos, não se homenageia um pescador, colocando a sua escultura na serra e escondida no meio das árvores. Aquando de uma homenagem a localização, seja de um grupo escultórico, seja de uma estátua, seja de um busto, deve ficar sempre num local visivel, de fácil acesso e junto ao local, se possivel, onde esse homenageado levou a cabo a sua missão de vida.
Por forma a atestar a feliz escolha do local e a beleza do "grupo escultórico" em questão, deixo uma série de fotografias tiradas, ontem, quinta-feira e hoje, sexta-feira, dias 30 e 31 de Janeiro. A Irmã Maria de São Francisco Wilson merece a homenagem e o destaque e Santa Cruz fica mais rico no seu património.
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 31/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
| Foto tirada no dia 30/01/14 por Duarte Vieira |
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Santa Cruz cobra taxa de lixo nas Desertas!
Segundo o dnoticias.pt, o Presidente da Câmara de Santa Cruz, Filipe Sousa, voltou a insistir com a peregrina ideia de cobrar IMI ao Aeroporto.
Na mesma ocasião, o nosso edil assumiu-se como um leigo em matéria de finanças. Ora, naturalmente que louva-se o facto de assumir ser um leigo nas finanças, pois o Sr. Presidente não tem a obrigação de ser um génio que tudo sabe. Apenas tem o dever de recolher a melhor informação para tomar as melhores opções.
É visível que no caso da ideia de cobrar IMI ao Aeroporto, o Sr. Presidente, ou está mal assessorado - o que é estranho depois de ter reivindicado vitória no IMI de todos os munícipes - ou então tem alguma forma de fazer cobrar o imposto a uma infra estrutura que pertence à Região.
Seria como que uma "galinha dos ovos de ouro" para as autarquias de todo o país.
Seria... Mas é de todo legalmente impossível, salvo melhor opinião.
Quase tão impossível como cobrar taxa de lixo aos residentes nas Desertas.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Marina de Santa Cruz
Afinal a quem pertence a marina de Santa Cruz? Quem é o "pai"?
Pelos vistos vamos ter de assistir a um processo de paternidade, com testes de ADN pelo meio....
Ponto assente e creio que consensual, a marina de Santa Cruz não é minha, não é tua, É NOSSA, É de TODOS NÓS!
Estou certo que, se ao invés de ter de perceber quem vai assumir os elevados custos, com clara e natural tendência, face aos estragos infringidos na última tempestade, a agravarem-se, se fosse para receber um prémio monetário, ou um generoso subsídio da União Europeia estavam todos engalfinhados a dizer "é nosso!"
Resolva-se de uma vez, façam lá o histórico daquela marina e percebam a quem pertence de facto e procurem resolver aquele problema, porque se não querem que o cais da marina desapareça, tratem, seja lá quem for, de minimizar os danos existentes.
Pelos vistos vamos ter de assistir a um processo de paternidade, com testes de ADN pelo meio....
Ponto assente e creio que consensual, a marina de Santa Cruz não é minha, não é tua, É NOSSA, É de TODOS NÓS!
Estou certo que, se ao invés de ter de perceber quem vai assumir os elevados custos, com clara e natural tendência, face aos estragos infringidos na última tempestade, a agravarem-se, se fosse para receber um prémio monetário, ou um generoso subsídio da União Europeia estavam todos engalfinhados a dizer "é nosso!"
Resolva-se de uma vez, façam lá o histórico daquela marina e percebam a quem pertence de facto e procurem resolver aquele problema, porque se não querem que o cais da marina desapareça, tratem, seja lá quem for, de minimizar os danos existentes.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Festa de Natal da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz
Estamos a chegar ao Natal, época festiva, da familia, de partilha, de alegria.
Ao longo destes dias, ocorrem diversas actividades, para festejar esta época. Neste Sábado decorreu, na escola básica e secundária de Santa Cruz o convivio de Natal da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, convivio este que já acontece à alguns anos e que tem tido uma excelente participação e reconhecimento por parte de todos os utentes e residentes, quer do centro de dia, quer do próprio lar, demonstrando-se assim, em actos, o excelente trabalho desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz.
Muitos foram os idosos que participaram neste convivio que foi animado por grupos musicais e por uma artista local.
Pela primeira vez, este convivio teve a transmissão, via internet, através do site naminhaterra.com, proporcionando assim uma inusitada e feliz oportunidade para que, todos aqueles que estão espalhados pelo mundo, reverem alguns dos seus familiares e amigos.
A época do Natal é também isto, alegria e proximidade.
Deixo, o endereço, através do qual poderam ver alguns dos momentos do almoço convivo deste Sábado.
http://www.naminhaterra.com/portal.php?pagina=eventos&act=2&id=1046&ecra=full&playlist_id=225&playlist_id_evento=1046&playlist_canal=naminhaterra&playlist_link=47633749-9cd7-4e84-a1d1-07a30716f4bb#
Ao longo destes dias, ocorrem diversas actividades, para festejar esta época. Neste Sábado decorreu, na escola básica e secundária de Santa Cruz o convivio de Natal da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, convivio este que já acontece à alguns anos e que tem tido uma excelente participação e reconhecimento por parte de todos os utentes e residentes, quer do centro de dia, quer do próprio lar, demonstrando-se assim, em actos, o excelente trabalho desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz.
Muitos foram os idosos que participaram neste convivio que foi animado por grupos musicais e por uma artista local.
Pela primeira vez, este convivio teve a transmissão, via internet, através do site naminhaterra.com, proporcionando assim uma inusitada e feliz oportunidade para que, todos aqueles que estão espalhados pelo mundo, reverem alguns dos seus familiares e amigos.
A época do Natal é também isto, alegria e proximidade.
Deixo, o endereço, através do qual poderam ver alguns dos momentos do almoço convivo deste Sábado.
http://www.naminhaterra.com/portal.php?pagina=eventos&act=2&id=1046&ecra=full&playlist_id=225&playlist_id_evento=1046&playlist_canal=naminhaterra&playlist_link=47633749-9cd7-4e84-a1d1-07a30716f4bb#
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Sem palavras!
Triste sina a nossa! Nos passados dias 28 e 29 de Novembro assistimos aos danos que o tempo trouxe à marina e frente mar de Santa Cruz, como aqui tive oportunidade de relatar num cenário que de si já era considerado de mau e problemático para algumas embarcações, pelos danos que os troncos podiam causar.
Durante uma semana, funcionários do municipio e donos das embarcações e outros fizeram um hérculeo trabalho de devolver a dignidade à marina de Santa Cruz. Agora que estava limpa, eis que o mar, numa demonstração de força nunca antes vista, decidiu rebentar com tudo nada deixando...
Deixo, por agora, algumas fotos minhas, da minha irmã, Sandra Vieira e do meu vizinho, Manuel Velosa Freitas... As fotos demonstram os acontecimentos da semana passada e os de hoje, tarde e noite. Neste momento não resta nada na marina de Santa Cruz. Lamentável!
De realçar que algumas embarcações já tinham sido retiradas em dias
anteriores e entretanto nas últimas horas, 3 embarcações foram
"devolvidas" pelo mar encontrando-se as mesmas no calhau de São
Fernando.
Deixo aqui a minha solidariedade a todos os proprietários das embarcações que afundaram e às que se perderam....
Actualização do artigo ( Dia 11/12/13)
Já durante o dia de hoje tive oportunidade de visitar os locais afectados e é de facto de ficar sem palavras. Os estragos inflingidos são de elevada monta e quer no porto de abrigo de São Pedro quer no porto de recreio, são bem visiveis os danos nas estruturas.
Tudo terá de ser repensado, o que fazer, como fazer, os meios para atingir esses fins,sendo certo que ainda falta o Inverno. Na minha modesta opinião, nesta fase o que terá de ser feito passará muito por limpezas e pelo minimizar danos, o resto deixe-se lá mais para a Primavera.
Fotos dos dias 29 e 30 de Novembro e 5 de Dezembro
| Duarte Vieira |
| Duarte Vieira |
| Duarte Vieira |
| Duarte Vieira |
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| Manuel Velosa Freitas |
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| Manuel Velosa Freitas |
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| Sandra Vieira |
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| Sandra Vieira |
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| Sandra Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira Duarte Vieira |
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Mais uma prova
Faz hoje uma semana que o concelho de Santa Cruz foi novamente posto à prova, onde esteve sujeito às agruras do tempo.
A freguesia de Santo António da Serra foi a mais fustigada, tendo sido afectadas casas, empresas e vias públicas. Devido à conhecida e dura realidade orográfica da Madeira, as ribeiras carregaram todas estas águas chegando à foz em Santa Cruz, arrastando tudo aquilo que foi encontrando pelo caminho, pedras, troncos, paus, lixo e outros mais, despejando este material todo no mar. Santa Cruz acordou na sexta-feira para uma dura realidade, muito trabalho por fazer em termos de limpeza.
Pouco mais de um mês depois da tomada de posse, o novo elenco autárquico viu-se confrontado com um difícil teste, e muito honestamente, geriu o mesmo com nota elevada. Priorizou as necessidades, soube ouvir, coordenou os poucos meios ao dispôr e uma semana depois está muita coisa já feita. Como o tinha dito anteriormente, nestes momentos há que não cair em algumas tentações e deixar-se levar por um caminho que seria mais fácil, à primeira vista, mas que sairia mais caro. Excelente e de realce a decisão de permitir à população que levasse a lenha que quisesse.
Ainda falta muito trabalho de limpeza mas o pior já passou, pelo menos na frente mar e marina de Santa Cruz.
O meu público reconhecimento e um Muito Obrigado, enquanto munícipe, a todos os funcionários da autarquia, e a todos os outros, que de uma forma ou outra disponibilizaram-se e colaboraram nas limpezas.
Que os trabalhos de recuperação das casas, empresas e estradas na freguesia de Santo António da Serra sejam realizados e concluidos o mais rápido possível e que não se enredem em "burocracias" político partidárias.
Uma nota a finalizar, foram entregues, e espero que prontas a entrar em funcionamento, 8 viaturas para recolha do lixo. O meu reconhecimento ao anterior elenco camarário, que iniciou todo o procedimento administrativo, que tem os seus contornos e prazos e que teve agora o seu epilogo com a entrega das referidas viaturas. Agora que elas aí estão, que vão para as estradas, regularizar o mais rápidamente possivel todo o processo de recolha de lixos, que em algumas zonas é caótico. Se o anterior executivo teve o discernimento de iniciar o processo (nem tudo foi mau), estando o mesmo agora concluido, que se retorne à normalidade o mais rápido possivel.
Santa Cruz e os seus demonstra que, unindo esforços ultrapassa as provas que se apresentam, mesmo aquelas de elevada dificuldade.
Deixo algumas fotos que fui tirando ao longo da semana
A freguesia de Santo António da Serra foi a mais fustigada, tendo sido afectadas casas, empresas e vias públicas. Devido à conhecida e dura realidade orográfica da Madeira, as ribeiras carregaram todas estas águas chegando à foz em Santa Cruz, arrastando tudo aquilo que foi encontrando pelo caminho, pedras, troncos, paus, lixo e outros mais, despejando este material todo no mar. Santa Cruz acordou na sexta-feira para uma dura realidade, muito trabalho por fazer em termos de limpeza.
Pouco mais de um mês depois da tomada de posse, o novo elenco autárquico viu-se confrontado com um difícil teste, e muito honestamente, geriu o mesmo com nota elevada. Priorizou as necessidades, soube ouvir, coordenou os poucos meios ao dispôr e uma semana depois está muita coisa já feita. Como o tinha dito anteriormente, nestes momentos há que não cair em algumas tentações e deixar-se levar por um caminho que seria mais fácil, à primeira vista, mas que sairia mais caro. Excelente e de realce a decisão de permitir à população que levasse a lenha que quisesse.
Ainda falta muito trabalho de limpeza mas o pior já passou, pelo menos na frente mar e marina de Santa Cruz.
O meu público reconhecimento e um Muito Obrigado, enquanto munícipe, a todos os funcionários da autarquia, e a todos os outros, que de uma forma ou outra disponibilizaram-se e colaboraram nas limpezas.
Que os trabalhos de recuperação das casas, empresas e estradas na freguesia de Santo António da Serra sejam realizados e concluidos o mais rápido possível e que não se enredem em "burocracias" político partidárias.
Uma nota a finalizar, foram entregues, e espero que prontas a entrar em funcionamento, 8 viaturas para recolha do lixo. O meu reconhecimento ao anterior elenco camarário, que iniciou todo o procedimento administrativo, que tem os seus contornos e prazos e que teve agora o seu epilogo com a entrega das referidas viaturas. Agora que elas aí estão, que vão para as estradas, regularizar o mais rápidamente possivel todo o processo de recolha de lixos, que em algumas zonas é caótico. Se o anterior executivo teve o discernimento de iniciar o processo (nem tudo foi mau), estando o mesmo agora concluido, que se retorne à normalidade o mais rápido possivel.
Santa Cruz e os seus demonstra que, unindo esforços ultrapassa as provas que se apresentam, mesmo aquelas de elevada dificuldade.
Deixo algumas fotos que fui tirando ao longo da semana
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